Que a diversidade e inclusão geram bons resultados nas organizações nós já sabemos, mas apenas números são suficientes quando falamos sobre pessoas?
Diversidade é intrínseca à condição humana, afinal, diz respeito à qualidade do que é diferente, tornando cada pessoa, única. Por isso, antes de abordar esse tema sob a perspectiva organizacional, é necessário entender que a nossa responsabilidade é do tamanho do nosso privilégio.
O primeiro passo dessa jornada é ampliar o nosso nível de consciência, através de exercícios de reflexividade e posicionalidade. Pensar em reflexividade envolve discutir privilégios. O que não se trata de culpa por alguém ser quem é, e sim sobre responsabilidade. Se você chegou a uma determinada posição, como pode apoiar aqueles que ainda não chegaram? A partir disso, começamos a entender aquele conjunto de coisas que fazemos apenas por ser quem somos, e que o outro não pode fazer por ser quem é.
O segundo ponto está relacionado à posicionalidade, que nos faz questionar de onde partimos, quais são as bolhas que estivemos e estamos inseridos, visto que o nosso lugar de fala pode nos levar a tomar decisões indevidas, que são frutos de vieses inconscientes, por exemplo. O lugar de fala é o espaço a partir do qual nos relacionamos com o mundo. A partir dele podemos compreender se temos ou não propriedade sob tal assunto.
Se as pessoas aliadas no processo de inclusão não forem capazes de reconhecer seus privilégios e preconceitos, apenas um bom planejamento e estratégia não serão suficientes.Quer saber mais sobre como engajar a atuação das pessoas como aliadas da Diversidade, Equidade e Inclusão? O Instituto AB pode te ajudar! Escreve para gente no contato@institutoab.com !
