As organizações vêm cada vez mais sendo cobradas para evidenciar seus avanços na Gestão Estratégica da Diversidade, Equidade. Não é diferente, ou não deveria ser, quando o assunto é o marcador social da deficiência.
Mas, o que faz de uma organização um bom lugar para as pessoas com deficiência trabalharem?
O fato é que já existem diversos prêmios que reconhecem as boas práticas implementadas pelas organizações acerca da inclusão produtiva de profissionais com deficiência.
Por outro lado, ainda há uma grande carência, no Brasil e no mundo, de estudos, pesquisas e prêmios que democratizem o acesso às ações concretas que são implementadas por essas mesmas organizações para que elas sejam premiadas por tais avanços e boas práticas.
Essa lacuna acaba contribuindo para que consumidores e a sociedade sejam influenciados pelo marketing da “falsa inclusão”. Neste contexto, é oportuno apresentarmos dois conceitos: tokenismo e diversitywashing.
Enquanto o tokenismo é a “prática de fazer apenas um esforço superficial ou simbólico para ser inclusivo, contando com a representatividade de apenas um, ou de um pequeno número, de pessoas de grupos sub-representados para fazer parecer ser comprometido com a Diversidade, Equidade e Inclusão”, o Diversity Washing surgiu como uma derivação do termo “Green Washing”, que acontece quando uma empresa que divulga empregar práticas ecologicamente corretas ou sustentáveis, mas não fez nenhuma mudança. Nesta mesma lógica. O Diversity Washing ocorre quando uma empresa de apropria do conceito de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) na sua comunicação na sua comunicação sem implementar ações concretas e efetivas para promover a Gestão Estratégica da DE&I.
Para contribuir para avançar neste cenário, o Instituto AB lançou a primeira plataforma gratuita e exclusiva para profissionais com deficiência que permite que estes profissionais avaliem o processo de inclusão nas organizações onde trabalham ou onde participam de processos seletivos.
As avaliações feitas pelas pessoas com deficiência geram uma nota para cada organização, o chamado Índice de Inclusão Produtiva (IIP). O IIP é uma métrica que mede o nível de maturidade do processo de inclusão produtiva de profissionais com deficiência nas organizações. Quanto maior o resultado, mais forte é a capacidade da organização para promover a inclusão das pessoas pelo seu perfil e não pela sua deficiência.
A plataforma é uma ferramenta inovadora, onde todo mundo sai ganhando. Por um lado, as pessoas com deficiência podem tomar melhores decisões de carreira, priorizando as empresas que possuem as melhores avaliações feitas por outras pessoas com deficiência. Por outro lado, as organizações podem monitorar seu desempenho nos critérios que compõem o Índice, priorizando recursos para iniciativas de inclusão que contribuam para avançar no processo de inclusão produtiva destes profissionais.Quer saber mais informações sobre a Plataforma e como promover a inclusão produtiva de profissionais com deficiência? Entra em contato com a gente! Nosso e-mail é contato@institutoab.com .
