Apenas 31% das empresas cumpriam a reserva de vagas para pessoas com deficiência, determinada pela chamada “Lei de cotas”, em 2021. Esse número cai para menos de 10% quando falamos sobre grandes empresas. O fato é que a reserva obrigatória de vagas para pessoas com deficiência criada para promover a inclusão produtiva destes profissionais ainda é encarada como desafio complexo para muitas empresas no país. Mas, o que as empresas ainda não estão fazendo direito?
Antes de responder essa pergunta, é importante lembrar que a responsabilidade para incluir as pessoas com deficiência no mercado de trabalho é compartilhada: o Estado, as empresas e as pessoas com deficiência devem assumir a parte que lhes cabe dentro deste processo. É possível afirmar que cada um desses atores possui igual responsabilidade, ⅓, e enquanto cada um desses atores seguirem sem sanar seus gaps, continuaremos perpetuando para que a inclusão de pessoas com deficiência permaneça em níveis relativamente baixos.
Dito isso, entendemos que justificar as empresas não conseguem contratar e incluir pessoas com deficiência, exclusivamente, porque o Estado falha em suas atribuições ou porque as pessoas com deficiência ainda apresentam lacunas em sua escolaridade, não é razoável.
Neste cenário, é mais útil, honesto e contributivo, assumir a responsabilidade que lhe cabe e mapear gaps, definir e monitorar indicadores, elaborar e executar iniciativas que promovam a inclusão produtiva destes profissionais. A realização de um diagnóstico, que determinará o nível de maturidade da Organização, é a etapa inicial de um trabalho complexo, mas necessário. Afinal, não há desenvolvimento sustentável sem a inclusão de pessoas com deficiência.
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