Nada muda, se nada muda. Essa frase parece ser apenas um jogo de palavras curioso, mas é extremamente adequada quando o assunto é desenvolvimento sustentável.
Na prática, significa que não existem respostas simples para questões complexas e que avançar demanda transformações profundas nas corporações e, sobretudo, a substituição da lógica de que o único compromisso da empresa e de seus líderes era maximizar o retorno ao acionista por um caminho onde o lucro deva vir junto com a sustentabilidade, impactos positivos na comunidade e no meio ambiente onde estão inseridas, contribuindo para gerar bem-estar social para todas as partes envolvidas.
Acontece que tais transformações demandam novas práticas, ações práticas, consistentes, combinadas e permanentes, tempo, dedicação, investimento financeiro e compromisso a médio e longo prazo das corporações.
Por outro lado, isso não signfica abrir mão do resultado, entrega e desempenho, mas de uma forma humanizada, com a criação de um ambiente de confiança, com segurança psicológica para todas as partes envolvidas, gerando maior engajamento por parte dos colaboradores, maior fidelidade dos consumidores e fornecedores, mais orgulho da comunidade, distribuição de renda e justiça social. Existem várias pesquisas e estudos que comprovam isso. Um deles é o estudo “Empresas humanizadas do Brasil” realizado em 2019 pela USP que evidenciou que as “Empresas humanizadas do Brasil” alcançaram junto aos clientes uma satisfação 240% superior e os índices de engajamento e bem-estar dos colaboradores chega a 225% maior quando comparadas com empresas comuns.
Esse caminho só é possível por meio de negócios verdadeiramente comprometidos com um desenvolvimento sustentável, onde o propósito, visão estratégicas e valores não são meras definições emolduradas em salas de reunião.
Quer saber mais sobre como promover o desenvolvimento sustentável, alinhado à Agenda 2030, em sua organização? O Instituto AB pode te ajudar! Escreve para gente no contato@institutoab.com !
