O post sobre nosso noivado foi o mais lido do blog, engrossando o coro de estatísticas contra aqueles que acreditam que falar de amor é piegas. Talvez não seja claro para muitas pessoas, mas a qualidade dos nossos relacionamentos determina a qualidade de nossas vidas. Por exemplo: diga como você foi amado quando criança que,Continuar lendo “Ode ao amor: uma noiva cadeirante e nada convencional”
Arquivos do autor:por Amanda Brito
Autoconhecimento: uma viagem sem destino final
“Aquele que não enxerga, não sabe o que não vê; se ele soubesse o que não vê, de alguma forma já estaria vendo. Já aquele que vê, pensa que tudo que vê é o que é, mas se ele soubesse que nem tudo que ele vê é o que é, de alguma forma já estariaContinuar lendo “Autoconhecimento: uma viagem sem destino final”
O Rio de Janeiro continua sendo (!)
Quase nove meses desde que eu saí da terra do dendê para morar na Cidade Maravilhosa e durante esse período já recebi visita de amigos (as) por algumas vezes. Na maioria delas, no trajeto do aeroporto para minha casa, precisei reforçar que as balas perdidas não sambam pelo ar com a frequência que aparentemente éContinuar lendo “O Rio de Janeiro continua sendo (!)”
Open House e o valor de celebrar
Uma das primeiras perguntas que nós fazemos quando começamos a planejar a ida para morar sozinha (o), é se vale a pena reunir a família e os amigos e fazer uma festa Open House.
A importância da singularidade no processo de seleção de pessoas
Pedro é gerente em uma multinacional e seu sobrenome é “trabalho”. Desde que ingressou neste emprego, há sete anos, ele se esforça para demonstrar suas competências técnicas e comportamentais. Está online praticamente 24 horas por dia. O tempo dedicado à família, amigos e à academia está seriamente prejudicado. Sua alimentação está longe de ser adequadaContinuar lendo “A importância da singularidade no processo de seleção de pessoas”
Noivado nas nuvens
Certamente casar na igreja estava longe de ser um item na minha Bucket List. Para quem gosta de classificações, a justificativa poderia ser que a geração Y está impregnada por amores líquidos, afinal, é aparentemente rápido e fácil descartar coisas e também pessoas. O resultado? Relações frágeis e pouco duradouras. Mas essa justificativa me pareceContinuar lendo “Noivado nas nuvens”
Desbravando Taipu de Fora
Continuando nossa aventura pela Península de Maraú, depois de enfrentar as dificuldades de acesso para chegar em Barra Grande, não poderíamos perder a oportunidade de conhecer as belezas naturais de Taipu de Fora além de conferir de perto os desafios da acessibilidade desse lugarejo inesquecível.
“Vocês” em: A anulação da individualidade
Uma das coisas mais curiosas de se ter uma deficiência aparente é, frequentemente, ter que ouvir as sugestões de pessoas (quase sempre desconhecidas). Geralmente são sugestões que povoam o imaginário coletivo (fruto do senso comum). Uma das mais comuns é sobre o fato de eu não usar uma cadeira de rodas motorizada. “Afinal, é claroContinuar lendo ““Vocês” em: A anulação da individualidade”
Diversidade como fator estratégico para a inovação
Muito embora a diversidade ainda esteja comumente associada a grupos considerados minoritários, a definição mais adequada é aquela que transcende gênero, raça, etnia, diversidade sexual, pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, gerações e outros parâmetros, concentrando-se, sobretudo, na pluralidade de pensamento, formas de criar e aprender, que são o motor da inovação.
A trajetória entre querer e – descobrir – poder morar sozinha
Ao olhar para menos de dez anos atrás e me recordar de uma garota que não conseguia percorrer uma distância de 20 metros conduzindo a própria cadeira de rodas, a ideia de morar sozinha poderia soar completamente absurda. Mas esse lapso temporal foi crucial para que muitas habilidades fossem desenvolvidas. Relembrar o êxtase de conseguirContinuar lendo “A trajetória entre querer e – descobrir – poder morar sozinha”
