O hábito de dar um novo significado às nossas experiências e aos acontecimentos que nos ocorrem, quando é fruto de um processo de descobrimento de quais são as nossas crenças limitantes, não deve ser confundido com fuga da realidade ou visão imatura sobre a vida.
Ao colocarmos a nossa habilidade de ressignificar em função da nossa transformação pessoal, não estamos sofrendo com a “síndrome da Pollyana”, construindo um mundo onde todas as pessoas são boas e jogando o “jogo do contente”, que procura tirar o melhor de cada situação.
Em uma das alegorias mais importantes da história da Filosofia, Platão, em o Mito da Caverna, traz a reflexão sobre a visão distorcida que os seres humanos têm da realidade. Não vemos a realidade, mas nossa projeção da realidade.Continuar lendo “Saber ressignificar: a oportunidade de ser líder de si mesmo”
