O post sobre nosso noivado foi o mais lido do blog, engrossando o coro de estatísticas contra aqueles que acreditam que falar de amor é piegas. Talvez não seja claro para muitas pessoas, mas a qualidade dos nossos relacionamentos determina a qualidade de nossas vidas. Por exemplo: diga como você foi amado quando criança que, quase certamente, eu lhe direi como você ama quando adulto. Este é um dos primeiros lugares onde nós aprendemos a (e como) amar.
Já citei em outras oportunidades o quanto eu sou escandalosamente apaixonada pelo mar e para usufruir dessa riqueza única e me banhar nessa imensidão, eu sempre precisei estar amparada por alguém. Nesse último final de semana, pela primeira vez eu fiz esse ritual acompanhada do meu noivo. Para alguns, pode ser um simples banho de mar. Para nós, foi um ponto máximo de comunhão, o pico da felicidade serena, aquela que só pode nascer de relacionamentos robustos que permitem incorporar todas as partes de você mesma. Continuar lendo “Ode ao amor: uma noiva cadeirante e nada convencional”
